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Desenvolvedor de Jogos Eletrônicos | |
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 | MERCADO DE TRABALHO EM CRESCIMENTO |
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FALTAM PROFISSIONAIS
Além do mercado interno, as empresas brasileiras de games começaram a criar produtos para outros países. A expansão do setor, porém, já enfrenta o problema da falta de profissionais, boa notícia para quem quer um emprego na área.
Por outro lado, um problema é sua concentração em poucas Estados. Quase dois terços das empresas desenvolvedoras dividem-se entre São Paulo e Paraná. Essa situação, porém, está mudando com o avanço de pólos tecnológicos em outras partes do país.
Graças às incubadoras de empresas ligadas às universidades federais em Pernambuco e Paraíba, tem crescido a demanda por desenvolvedores de games no Nordeste. As empresas pernambucanas, aliás, têm se destacado em eficiência. Segundo estudo da Abragames, apesar de só abrigar apenas 9% das empresas do setor em 2005, Pernambuco conquistou 16% do faturamento da indústria naquele ano.
Segundo André Penha, os salários iniciais variam entre mil e 1,5 mil reais por mês, dependendo da região, área de atuação e nível de profissionalização. Já um profissional experiente, autor de jogos de sucesso, chega a ganhar salários de mais de 10 mil reais.
O Ministério do Trabalho não reconhece o design e a programação de jogos eletrônicos como profissão, e quem trabalha nessa área, com carteira assinada, costuma ser registrado como programador de sistemas ou outras profissões semelhantes.
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Engenheiro de Petróleo e Gás |
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Hoteleiro |
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Profissional de Moda |
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Profissões do século XXI |
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Tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais – Libras |
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Viticultura e enologia |
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Desenvolvedor de Jogos Eletrônicos |
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