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26 de setembro
O Modernismo reivindicou a necessidade de renovação radical dos meios, das formas e das fórmulas de expressão artística, estimulando a pesquisa da realidade brasileira.
A prova de sua importância para a cultura brasileira está na indicação de três obras, desse movimento, pela Fuvest e Unicamp.
Vidas Secas, de Graciliano Ramos, constitui um dos principais exemplos de romance regionalista. Seus personagens tornam-se ícones: vidas castigadas pela seca, precariedade e falta de perspectiva.
Com A rosa do povo, estudamos a maturidade de Carlos Drummond, poeta absolutamente fundamental no segundo tempo modernista. A partir do fim da Segunda Guerra, sua obra passa a recuperar procedimentos formais rejeitados pela Semana de 22. Por fim, vemos que os nove contos de Sagarana inauguram um novo estilo de regionalismo no Brasil - o regionalismo universal. Junto com Clarice Lispector, Guimarães Rosa abre o terceiro tempo modernista na prosa. O livro de contos foi a primeira publicação do escritor, considerado o maior do século em nossa literatura. Seu estilo é tão marcado que chega a criar uma língua própria. |
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Livros
A rosa do povo Carlos Drummond de Andrade Ed Record
Sagarana João Guimarães Rosa Ed Nova Fronteira
Vidas Secas Graciliano Ramos Ed Record
Fuvest Unicamp: Literatura para Vestibular: Análise e Resumo das Obras Geraldo Chacon Ed Flâmula
Sites
Análise do livros: A rosa do povo, Vidas Secas e Sagarana |
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| É graduado em Filosofia pela Universidade de Campinas (UNICAMP) em convênio com a Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, ministra aulas de redação, literatura e gramática no Curso Apoio. Em suas aulas, procura, sempre que possível, relacionar literatura e filosofia, mostrando que a linha divisória entre ambas é bastante tênue. |
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