Você sabia? Além da desvantagem numérica o Exército Constitucionalista sofreu com a pouca munição disponível. Logo no início dos conflitos, os soldados paulistas não contavam com mais de 1,5 milhão de cartuchos, para os 27 mil fuzis existentes em todo o Estado. Isso significava uma média de 55 tiros por soldado. Em setembro de 1932 a produção de cartuchos para fuzil Mauzer calibre 7 mm chegou a 240 mil por dia. Desses, 80 mil vinham de fábricas como a Nadir Figueiredo, tradicional vidraria do Estado, que, fiel aos ideais revolucionários, se transformou em indústria bélica em um tempo recorde de 40 dias.
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