 | | | A exuberância dos rios amazônicos: fonte de alimento para a população ribeirinha e uma atração única para o turismo ecológico. |
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As seringueiras cresciam naturalmente e de forma dispersa na floresta. Os seringalistas (donos de terras) forneciam ferramentas e alimentos aos seringueiros. Estes recolhiam o látex das árvores e o defumavam, transformando-o em peças de borracha bruta.
A presença estrangeira
Interessadas na exploração dos seringais, grandes empresas estrangeiras instalaram-se em Belém e Manaus. Cuidavam da exportação da borracha e da importação de outros bens, fixavam o preço do produto no mercado internacional, financiavam seringalistas e cuidavam das plantações.
 | | | Seringueiro e missionários exibem a bola de látex defumado. |
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O aumento da produção de borracha A produção amazônica passou de 1 tonelada em 1850 para 42 mil toneladas em 1912, quando se iniciou a crise. Esse crescimento só foi possível porque cerca de 250 mil nordestinos assolados pelas graves secas do final do século XIX migraram para a Amazônia para trabalhar nos seringais.
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