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Campo magnético gerado por um condutor circular

Um condutor de forma circular chama-se também espira. Pode-se comprovar experimentalmente que as linhas de força são como as descritas para o condutor reto em cada uma das interseções do condutor com o plano perpendicular ao eixo.
 


Uma espira, figura ao lado, se comporta como um pequeno ímã.








Se observarmos sua face dianteira, comprovaremos que todas as linhas entram por ela. Como nos ímãs, diremos que é a face sul e a corrente circula no mesmo sentido que os ponteiros do relógio. A face posterior será a face norte. Dela saem as linhas de força e a corrente circula no sentido contrário aos ponteiros do relógio.
 
 
Outra regra prática para reconhecer os polos de uma espira consiste em desenhar um N ou um S; as pontas de seta das extremidades das letras indicam o sentido da corrente.
 
 







Solenoides

Se em vez de uma única espira pegarmos um fio condutor, de cobre, por exemplo, e o enrolarmos em espiral formando um conjunto de espiras iguais e paralelas e nele estabelecermos uma corrente elétrica, obteremos um solenoide ou bobina.
 
 
O solenoide comporta-se, em seu exterior, como um ímã reto, com seus dois polos.
 



Do polo norte saem as linhas de força que retornam ao solenoide por seu polo sul e, em seu interior, elas se fecham deslocando-se de sul a norte. Diferentemente do que ocorre num ímã reto, somando-se todos os efeitos das espiras gera-se, no interior da bobina, um campo magnético muito intenso e uniforme. Em seu interior, a agulha de uma bússola se orienta paralelamente ao eixo da bobina.

Da mesma forma que um ímã, o solenoide atrairá objetos de ferro. Assim, se o pendurarmos para que possa girar livremente, ele se orientará no campo magnético da Terra como uma agulha magnética.
 






Os solenoides exercem uns sobre os outros forças de atração e repulsão como as que existem entre os ímãs.
 


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