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Aceleração

Nos movimentos mais comuns ocorrem variações de velocidade.
Para entender como se calcula a aceleração, vamos supor que estamos fazendo uma determinada viagem de trem munidos de um cronômetro e um bloco de notas que será preenchido como o do exemplo à direita.

Quando a velocidade chegar a 10 m/s, acionaremos o cronômetro. Chamaremos essa velocidade de inicial (V). Vamos controlar a velocidade do trem a cada 4 segundos (primeira coluna) e marcar ao lado a velocidade atingida nesse tempo (segunda coluna V0). Na terceira coluna vamos marcar a velocidade observada (V), agora poderemos anotar, na quarta coluna, a variação da velocidade, calculando a diferença entre cada velocidade observada após 4 segundos e a velocidade antiga (que é a nova velocidade inicial V0). No final, anotaremos o valor do quociente entre a variação da velocidade da coluna 4 e o tempo decorrido da coluna 1. A aceleração é definida como o quociente entre a variação da velocidade de um móvel e o tempo transcorrido em tal mudança:

a = aceleração
v = velocidade final
v0 = velocidade inicial
t = tempo
 
 
As unidades para medir a aceleração serão as unidades de velocidade divididas por unidades de tempo. No SI, obtém-se o m/s².

Não devemos confundir velocidade com aceleração, pois são dois conceitos distintos. Acelerar não significa ir muito depressa e sim mudar de velocidade. Para que um corpo desacelere, é necessário que sua velocidade e sua aceleração tenham sinais opostos. Se traçarmos o gráfico da aceleração pelo tempo do movimento do trem, no eixo das abscissas colocaremos os valores do tempo e no das ordenadas, os da aceleração, como no gráfico à direita. Obteremos uma reta paralela ao eixo das abscissas, isso significa que, a aceleração do trem é constante.
 
 


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