Física   
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.  

Composição de forças e força resultante

Normalmente há mais de uma força atuando sobre um corpo. O conjunto de forças que agem sobre um corpo é chamado sistema de forças. Cada uma delas constitui um componente do sistema. Se as direções das forças componentes de um sistema se cruzam num mesmo ponto, essas recebem o nome de forças concorrentes.
 
O resultado da ação de todas as forças aplicadas a um mesmo corpo é uma outra força, chamada resultante.

Identificadas as componentes de um sistema, podemos achar a resultante. Essa operação é conhecida como composição de forças.
 
Forças com a mesma direção e sentido

A resultante () é outra força, com sentido e direção iguais, cuja intensidade é a soma das intensidades das forças componentes.
 
 
Forças com a mesma direção e sentidos contrários

A resultante () é outra força com a mesma direção e com o sentido da maior das forças componentes, e cuja intensidade é igual à diferença das intensidades das componentes.
 
 
Forças concorrentes com direções diferentes

A resultante () é outra força cuja direção não coincide com nenhuma das direções das forças componentes, mas que está compreendida entre elas. Para calculá-la, empregamos um método gráfico denominado método do paralelogramo. Para calcular a resultante () de duas forças,  e , é preciso traçar, a partir da extremidade de, uma reta paralela a, e a partir da extremidade de, uma paralela a. A figura formada é um paralelogramo.
 
A resultante () será a diagonal que vai da origem comum até o vértice oposto do paralelogramo. Para calcular a intensidade da resultante, mede-se seu comprimento na mesma escala utilizada para traçar  e  .
 
Se as forças componentes forem perpendiculares (uma força horizontal e a outra vertical), a figura resultante é especial (forma-se um retângulo), como indica o quadro à direita. A diagonal do paralelogramo o divide em dois triângulos retângulos iguais. A diagonal é a hipotenusa e os catetos são iguais às intensidades de  e . Nesse caso, para calcular o valor numérico da intensidade da resultante (), pode-se aplicar o Teorema de Pitágoras.
 
 


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