Médico responsável pelo estudo, tratamento e prevenção de doenças relacionadas ao envelhecimento, o geriatra se torna cada vez mais importante no Brasil. As razões para isso são o aumento da expectativa de vida da população e a maior conscientização por parte da sociedade sobre os cuidados específicos que a chamada terceira idade exige. Na prática, os geriatras não tratam somente de idosos, pois as doenças da velhice podem aparecer no organismo por volta dos 25 anos, evoluindo sem sintomas por um longo tempo.
As doenças mais comuns tratadas por esse especialista são a aterosclerose, a hipertensão arterial, o diabete, a osteoporose, o reumatismo e a gota. Contudo, ele deve estar preparado para lidar com doenças mais complicadas, como o Mal de Alzheimer e o Mal de Parkinson. Uma boa formação é essencial para esse profissional. Por ser uma especialidade relativamente nova na Medicina, existem poucos cursos de residência e pós-graduação nessa área. Após a residência, o profissional está apto formalmente a prestar o exame da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia para obter o título de especialista. Esses exames são muito rigorosos. Por isso, é fundamental complementar os conhecimentos com cursos de atualização, palestras e congressos. Em razão de as consultas geriátricas serem em geral mais demoradas e o risco de morte estar mais presente, é fundamental que esses especialistas tenham paciência e tranqüilidade ao atender seus pacientes e busquem conhecer todo seu histórico, bem como o meio em vive, pois isso tem influência em seu quadro de saúde física e mental.
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 | | Em alta. O aumento da expectativa de vida dos brasileiros tornou consideravelmente maior a população idosa do país, que se preocupa cada vez mais com melhoria da qualidade de vida e procura, assim, os geriatras. |
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• Exercer sua especialidade em hospitais, clínicas, ambulatórios, asilos, casas de saúde, sanatórios e prontos-socorros. • Montar o próprio consultório. • Dar aulas em universidades. |
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